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Consultoria

O Prof. Carlos Alexandre Sá atua prestando consultoria nas áreas:

Fluxo de Caixa da Tesouraria

O que quebra uma empresa não é a falta de lucro; é a falta de caixa. A gestão das disponibilidades da empresa é tão importante que há um departamento exclusivamente para administra-la – a tesouraria; e um relatório apenas para gerencia-la – o fluxo de caixa. O objetivo de nossa consultoria é ajudar a empresa a implantar um correto sistema de acompanhamento, interpretação de projeção do fluxo de caixa que servirá de base para o planejamento financeiro da tesouraria. Para a prestação deste serviço, o trabalho é dividido em módulos orçados separadamente. Desta forma, o cliente pode decidir, a qualquer momento, se deseja ou não continuar o trabalho de implantação.

Módulo 1 - Diagnóstico Preliminar

  • Análise dos sistemas e das rotinas de controle e conciliação das contas correntes da empresa;
  • Análise dos sistemas de acompanhamento de controle das aplicações e das operações financeiras da empresa;
  • Análise da estrutura da empresa: coligadas e controladas;
  • Análise das características do faturamento da empresa: vendas concentradas, pulverizadas e mistas.
  • Análise dos canais de recebimento da empresa: cheque ou dinheiro, cartões de crédito, cheques pré-datados, vendas faturadas etc.
  • Análise do perfil dos clientes da empresa.
  • Análise das rotinas internas da tesouraria: existência de compras sem pedido, relacionamento com o setor de suprimentos, pagamentos não programados, compras de matérias primas ou materiais de revenda, contratação de frete etc.

Módulo 2 - Implantação de um sistema de acompanhamento do fluxo de caixa

  • Montagem do plano de contas da tesouraria;
  • Determinação do saldo inicial;
  • Montagem de um sistema de conciliação bancária diária;
  • Elaboração de quadros auxiliares: controle dos descontos de títulos e duplicatas, controle das contas garantidas, controle das aplicações financeiras;
  • Estabelecimento de rotinas internas que garantam a alimentação de dados do fluxo de caixa;
  • Formatação dos relatórios e gráficos do fluxo de caixa.

Módulo 3 - Implantação de um sistema de análise do fluxo de caixa

  • Análise da capacidade de geração de caixa do negócio;
  • Análise do grau de dependência da empresa de empréstimos de curto prazo;
  • Conciliação do fluxo de caixa do negócio com o fluxo de caixa da empresa;
  • Determinação dos fatores que impede que o fluxo de caixa do negócio chegue à empresa.

Módulo 4 - Implantação de um sistema de projeção do fluxo de caixa de curto prazo

  • Definição do horizonte da projeção;
  • Projeção dos compromissos e das previsões;
  • Projeção do faturamento e das entradas diárias por instrumento de liquidação: cheque ou dinheiro, cartão de crédito, cheques pré-datados e vendas faturadas;
  • Projeção das saídas;
  • Implantação de um comitê de fluxo de caixa;
  • Análise da possibilidade de se estabelecer um sistema de concentração de pagamentos em determinados dias da semana.
  • Comparação e análise do fluxo projetado com o realizado de forma a detectar onde o processo pode ser melhorado.

Fluxo de Caixa da Controladoria

Nos Estados Unidos, desde 1988, o fluxo de caixa contábil substitui a Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos como documento de apresentação obrigatória pelas empresas de capital aberto. O mesmo acontece na Comunidade Européia. Diante desta tendência, que é mundial, existe no Brasil uma pressão muito forte para que se adote o mesmo procedimento aqui, e a percepção generalizada é que isto deverá ocorrer em futuro muito próximo. Daí a importância deste tema que ainda é muito pouco conhecido.

Módulo 1 - Diagnóstico Preliminar

  • Análise das Demonstrações Contábeis existentes com vistas à implantação de um sistema de preparação e análise do fluxo de caixa contábil;

Módulo 2 – Implantação do fluxo de caixa contábil

  • Orientação na preparação dos quadros auxiliares com vistas à implantação de um sistema de preparação e análise do fluxo de caixa contábil;
  • Levantamento das informações que são necessárias à elaboração e análise do fluxo de caixa contábil, mas que não estão evidenciadas nas demonstrações contábeis;
  •  Ajuste das Demonstrações Contábeis para a elaboração do relatório do fluxo de caixa contábil;
  •  Treinamento do pessoal da controladoria na elaboração do fluxo de caixa contábil;

Módulo 3 - Análise do fluxo de caixa contábil

  • Ajuste das Demonstrações Contábeis para a análise do relatório do fluxo de caixa contábil;

  • Cálculo e análise dos índices de cobertura – avaliando a capacidade de a empresa liquidar seus compromissos;

  • Cálculo e análise dos índices de eficiência financeira – avaliando a capacidade de a empresa remunerar seus acionistas;

  • Cálculo e análise dos índices de consolidação – avaliando se o capital de giro está se consolidando ou se fragilzando, e por que isto está acontecendo.

  • Treinamento do pessoal da controladoria na análise do fluxo de caixa contábil.

Orçamento Empresarial

O Orçamento Empresarial é uma técnica de alocação eficiente de recursos. Sua implantação depende de um bom planejamento estratégico, de um adequado sistema de elaboração orçamentária e de uma correta orientação quanto às técnicas a serem empregadas. Nossa consultoria abrange os dois últimos pontos acima. Para a prestação deste serviço, o trabalho é dividido em módulos orçados separadamente. Desta forma, o cliente pode decidir, a qualquer momento, se deseja ou não continuar o trabalho de implantação.

Módulo 1 - Diagnóstico Preliminar

  • Avaliação da estrutura organizacional da empresa sob o prisma da elaboração orçamentária;

  • Avaliação da árvore de produtos da empresa;

  • Avaliação da estrutura existente de centros de receitas, de custos e de lucros;

  • Avaliação de como está estruturado o mercado da empresa;

  • Análise das características das vendas da empresa: são concentradas, pulverizadas ou mistas?

  • Avaliação dos sistemas existentes e sua adequação ao sistema orçamentário;

  • Avaliação do sistema de apuração de custos da empresa;

  • Análise das informações existentes que podem ser úteis no processo de elaboração orçamentária.

Módulo 2 - Seleção de um sistema de elaboração orçamentária

Módulo 3 – Definição das Premissas Orçamentárias

  • Avaliação do plano estratégico da empresa com vistas à elaboração orçamentária;

  • Cenário econômico do período a ser orçado;

  • Definição da meta de remuneração dos acionistas;

  • Definição dos índices de desempenho administrativos, financeiros e operacionais;

  • Montagem da estrutura de centros de receita, de custos e de lucros;

  • Montagem da árvore de produtos da empresa de forma a visualizar o processo de formação das margens de contribuição;

  • Elaboração do plano de contas orçamentário;

  • Estatísticas necessárias para a projeção do fluxo das entradas a partir da projeção do faturamento: prazos de faturamento e perfil da inadimplência dos clientes;

  • Estatísticas necessárias para a elaboração do orçamento dos custos de pessoal: índices de rotatividade de pessoal, salário médio e custo das rescisões;

  • Definição das políticas de reajuste e promoção de pessoal;

  • Definição das políticas de reajustes de preços (quando aplicável).

Módulo 4 – Definição das Premissas Orçamentárias

  • Caracterização das vendas da empresa (vendas concentradas, pulverizadas ou mistas) para a definição da técnica de projeção a ser empregada;
  • Implantação de técnicas de projeção das vendas concentradas;
  • Implantação de técnicas de projeção de vendas pulverizadas;
  • Definição de critérios para a projeção dos reajustes de preços;
  • Projeção do faturamento mês a mês ao longo do período orçado.

Módulo 5 – Orçamento dos Gastos Fixos e Variáveis

  • Caracterização das vendas da empresa (vendas concentradas, pulverizadas ou mistas) para a definição da técnica de projeção a ser empregada;

Módulo 6 – Acompanhamento e Controle do Orçamento

  • Implantação de técnicas de acompanhamento e controle do orçamento;

  • Definição do critério de controle a ser adotado;

  • Implantação do controle orçamentário usando as técnicas do orçamento flexível;

  • Controles de eficiência e de eficácia;

  • Relatórios de controle.

Estabelecimento de Limites de Crédito para Pessoas Jurídicas

Tanto o método discricionário (baseado em fichas cadastrais) quanto o método contábil (baseado nas Demonstrações Contábeis) têm sido muito criticados quando se trata do estabelecimento de limites de crédito em empresas que já são ou que estão se tornando intensivas de transações. O método discricionário, embora possa ser eficaz, é ineficiente, ou seja, não tem a capacidade de digerir o número de informações geradas por estas empresas. O método contábil, além de apresentar o mesmo problema de ineficiência, baseia-se em demonstrativos contábeis que nem sempre retratam com fidelidade a realidade financeira e patrimonial das empresas que os fornecem. Ou seja, além de ineficiente, é ineficaz. É neste contexto que surge o método estatístico como uma alternativa viável para o estabelecimento de limites de crédito.

Módulo 1 - Diagnóstico Preliminar

  • Análise da base de dados da empresa de forma a determinar: (1) o número e clientes ativos, (2) a curva de freqüência acumulada das compras mensais destes clientes e (3) os padrões de sazonalidade

Módulo 2 - Seleção de um sistema de elaboração orçamentária

  • Desenvolvimento de um algoritmo para a determinação informatizada do limite de crédito dos clientes habituais;

  • Implantação de um sistema diferenciado de precificação de produtos por classe de risco do cliente;

  • Implantação de um sistema diferenciado de estabelecimento de limite de crédito ajustado ao prazo de pagamento concedido pela empresa ao seu cliente;

  • Implantaçào de um sistema de estabelecimento do limite de crédito para clientes novos ou inativos;

  • Implantaçào de uma política de limites de alçadas para a solução dos casos que não puderem ser resolvidos pelo computador

Módulo 3 – Estabelecimento de Limites de Crédito

  • Análise da base de dados da empresa de forma a determinar: (1) o número e clientes ativos, (2) a curva de freqüência acumulada das compras mensais destes clientes e (3) os padrões de sazonalidade;
  • Desenvolvimento de um algoritmo para a determinação informatizada do limite de crédito dos clientes habituais;
  • Proposta de implantação de um sistema diferenciado de precificação de produtos por classe de risco do cliente;
  • Proposta de um sistema diferenciado de estabelecimento de limite de crédito ajustado ao prazo de pagamento concedido pela empresa ao seu cliente;
  • Proposta de um sistema de estabelecimento do limite de crédito para clientes novos ou inativos;
  • Proposta de uma política de limites de alçadas para a solução dos casos que não puderem ser resolvidos pelo computado.

 

 

 

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